Desempenho começa com função.
O assoalho pélvico sustenta postura, respiração e força. Quando ele não responde bem, o corpo compensa, e o desempenho paga o preço.
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Perder xixi no treino é comum. Não é normal.
Acontece com atletas de alta performance e com quem treina no fim de semana. Muita gente não cuida do assoalho pélvico e convive com perda de urina, dor nas costas e alterações na respiração, sem saber que tudo pode estar ligado.
O assoalho pélvico trabalha junto com o diafragma, o abdômen e a coluna. Quando suas funções se desalinham, o movimento perde eficiência. Nosso trabalho é devolver essa organização ao corpo que se move.
Quando esse acompanhamento faz sentido.
Perda de xixi ao pular, correr ou levantar peso
Dor lombar ou pélvica recorrente
Respiração curta ou travada no esforço
Sensação de peso na pelve
Queda de desempenho sem causa clara
Retorno ao esporte após lesão ou parto
Mesmo sem dor, entender o corpo pode melhorar a eficiência e reduzir o risco de lesões.
Organizar o corpo antes de exigir mais dele.
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1
Avaliação funcional
Analisamos movimento, postura, respiração e controle muscular.
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2
Identificação de padrões
Identificamos compensações e limitações que impactam o desempenho.
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3
Reorganização
Trabalhamos ajustes para melhorar função e eficiência.
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4
Acompanhamento
Monitoramos a evolução e a adaptação ao longo do tempo.


O que tratamos.
- Perda de xixi durante o treino
- Dor nas costas e na pelve
- Alterações na respiração
- Controle e força do assoalho pélvico
- Recuperação após lesão
- Prevenção de sobrecarga
As sete funções do assoalho pélvico.
Sustentação, continência, sexualidade, reprodução, respiração, postura e movimento. Em quem treina, essas funções costumam estar desalinhadas.
Mais eficiência, menos compensação.
Quando o corpo compensa, ele funciona com sobrecarga. Com o tempo, isso pode gerar desconforto, limitação ou queda de desempenho.
O trabalho não é apenas fortalecer. É reorganizar. O movimento se torna mais eficiente e sustentável quando o corpo funciona de forma equilibrada.
Sem atalhos.
A melhora acontece de forma progressiva, com adaptação e consistência. O objetivo não é alcançar um padrão ideal, mas melhorar o funcionamento dentro da sua realidade.
Dúvidas comuns.
Isso é só para atletas?
Não. Qualquer pessoa pode se beneficiar de melhorar a forma como o corpo funciona.
Preciso sentir dor para procurar?
Não. O acompanhamento também pode ser preventivo.
Isso substitui treino?
Não. O objetivo é complementar e melhorar a qualidade do movimento.
Melhorar não é forçar mais. É entender melhor.
Quando o corpo funciona com mais organização, o desempenho deixa de ser esforço excessivo e passa a ser consequência: com mais eficiência, menos desgaste e mais controle.